
O artista e o jornalista. Dois mundos que parecem ser distantes, mas ao mesmo tempo tão próximos, uma guerra entre “comunicadores”, que precisam conviver com suas diferenças para sobreviver. O jornalista com sua sede de descobrir o escondido e o que ainda não foi desvendado e o artista criar, adquirir e passar por novas experiências.
Profissões que se cruzam diariamente, que tem em comum às palavras, tanto, nos textos, quando na música, ou na interpretação. Ambos lidam com as palavras, mesmo que de forma diferenciada, um com regras, correções e limitações e outro livre pra escrever descrever o que bem entender, sem se prender a hierarquias, ambos em busca da criação de sucesso, seja nos palcos, ou nas redações.
Para o Jornalista Alberto Dinis a profissão tem seu lado bom e tudo que passar por seus olhos deve ser notado e repercutido. “O jornalista é o profissional da indagação, do questionamento”. Para Caetano Veloso, um dos grandes nomes da musica popular brasileira, ser artista é criar, e para isso tem total liberdade. “A cabeça do artista passa necessariamente por essa liberdade do criador...”. Ou seja, fazer o que bem entender.
Profissões que se cruzam diariamente, que tem em comum às palavras, tanto, nos textos, quando na música, ou na interpretação. Ambos lidam com as palavras, mesmo que de forma diferenciada, um com regras, correções e limitações e outro livre pra escrever descrever o que bem entender, sem se prender a hierarquias, ambos em busca da criação de sucesso, seja nos palcos, ou nas redações.
Para o Jornalista Alberto Dinis a profissão tem seu lado bom e tudo que passar por seus olhos deve ser notado e repercutido. “O jornalista é o profissional da indagação, do questionamento”. Para Caetano Veloso, um dos grandes nomes da musica popular brasileira, ser artista é criar, e para isso tem total liberdade. “A cabeça do artista passa necessariamente por essa liberdade do criador...”. Ou seja, fazer o que bem entender.
De tantas diferenças o jornalismo e a música, por exemplo, são profissões diferentes das outras anormais, deferentes, entre si, mas nunca inseparáveis. A imprensa tem de conviver com o artista e o artista conviver com a imprensa, como diz Caetano “... desencontros entre imprensa e jornalista sempre houve”. Assim como o convívio entre ambos pode ser tanto quando complicado, aparentemente impossível, mas o sentimento vai se sempre igual. O amor à profissão.
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